Nome científico: Cryptotermes brevis 

Nome comum: Cupim de madeira seca

 

Aspecto: uma colônia de cupim de madeira seca pode chegar a ter 3.000 indivíduos após 15 anos. Normalmente apresentam coloração branca leitosa, os soldados desta espécie têm a cabeça bem escura e possuem uma modificação da região anterior, formando uma região mais achatada ou escavada com a qual o inseto pode obstruir um orifício. As fezes são o mais típico sinal de infestação por cupins de madeira seca. As fezes apresentam o formato de pequenos grânulos ovalados (0,5mm de comprimento), adquirindo a coloração da madeira ou celulose que estiver ingerindo.

Reprodução: normalmente apenas o casal reprodutor, rei e rainha, possuem a função de produzir ovos. 

Hábitos: alimentam-se da própria peça onde a colônia se instala, porém mantém intacta a superfície externa. Alimentam-se também de uma grande variedade de produtos que contenham celulose e de materiais de origem vegetal como madeira (viva ou morta), raízes de plantas e humos. Vivem em móveis, portas, janelas, tacos e rodapés.

 

 

Nome científico: Coptotermes gestroi 

Nome comum: Cupim subterrâneo ou de solo

 

Aspecto: Apresentam coloração alaranjada a marrom claro, são cupins escavadores e estão em contato com o solo ou com alguma fonte constante de umidade. Raramente produzem orifícios na superfície das peças atacadas, constroem galerias em paredes, tetos, interior de armários. As superfícies por onde caminham apresentam pontilhado castanho claro a amarelado. As colônias são grandes podendo abrigar um milhão de cupins.

Reprodução: Este papel é desempenhado pela rainha, que vive aproximadamente 15 anos, pode chegar a 2cm de comprimento e possui abdômen exageradamente grande, pois abriga os ovos até a postura, os ovos permanecem incubados por duas semanas, após a ruptura permanecem por mais duas semanas no ninho, onde são alimentados pelos operários

Hábitos: A colônia é implantada no solo, normalmente úmidos e arenosos e não nos locais infestados, nestes apenas coletam sua alimentação e transportam para o ninho, para isso constroem longos túneis de acesso e transporte. Alimentam-se de madeiras, gramíneas, fungos e outras fontes difusas de celulose. 

Nas duas espécies apesar da reprodução ser designada ao rei e rainha, a forma alada, quando também são conhecidos como siriri ou aleluias, trata-se de reprodutores secundários que deixam o ninho e realizam uma revoada para acasalamento e formação de novas colônias.